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Você já ouviu falar
em espinha bífida?
Tem alguém na família ou conhece alguém que tenha nascido com espinha
bífida?
O objetivo desta página é ajudar as pessoas interessadas no assunto a
conhecer mais sobre esta malformação congênita que atinge a 0,5% da
população brasileira.
Você é nosso convidado, entre e
venha conhecer o trabalho da AEBH!

A AEBH foi fundada em
março de 2001 por um grupo de pais, médicos e profissionais de
reabilitação para atender as pessoas com espinha bífida e seus
familiares.
A proposta de trabalho da AEBH é juntar esforços e buscar soluções
para as questões relacionadas às pessoas com espinha bífida. A AEBH
é uma associação sem fins lucrativos que precisa da ajuda das famílias e
amigos para desenvolver seus projetos.
Ao longo dos 3 anos de existência, temos trabalhado para garantir às
pessoas com espinha bífida e seus familiares um espaço onde possam falar
sobre suas experiências, dificuldades e conquistas.
Conhecemos a dificuldade que é ter um filho com deficiência. São muitas
as despesas com tratamento médico, reabilitação, medicamentos, fraldas
(a maioria usa fralda por toda a vida), sondas uretrais, equipamentos
ortopédicos, cadeira de rodas etc. Para a maior parte das famílias que
fazem parte da Associação esses gastos estão acima de seus orçamentos.

Além da questão financeira, a realidade da pessoa que tem deficiência
esbarra nas deficiências: física, visual, auditiva, mental e porque não
dizer múltipla que estão estabelecidas em nossa sociedade. São
obstáculos físicos que impedem a acessibilidade nas ruas, prédios e nos
transportes coletivos. Autoridades que não vêem nem ouvem as
necessidades das pessoas deficientes. Incapacidade de muitos
profissionais da educação em lidar com a diferença e empresários que
negam oportunidade de trabalho por medir a capacidade do indivíduo pela
aparência de sua deficiência.
Questões trazidas pelas
pessoas que vivem essas experiências são relevantes para que juntos
possamos buscar soluções. Os direitos mais elementares como: de ir e
vir, direito à educação, saúde e trabalho parecem mais distantes para as
pessoas que já nascem com uma deficiência. Queremos que a pessoa com
espinha bífida exerça sua cidadania de maneira plena para que um dia
possa viver numa sociedade realmente inclusiva onde as barreiras
externas impostas não sejam maiores que sua própria deficiência.
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